O soldado heterogêneo é uma persona de natureza diferente, que não pode fundir em um todo, diz-se de um conjunto no qual falta unidade, composto de elementos de natureza diversa. Mais pode ser entedido como mesclado, desigual e dispar. O soldado é defensor, partidário e militante é contra urubus* e abutres**.
*Urubu:FIG. Indivíduo que transmite ou pressagia má sorte. **Abutre:FIG. Indivíduo que tira proveito da desgraça alheia.
Sobre o heterônimo e sua hibridação: "Quero que as culturas de todos os povos andem pela minha casa com maximo de liberdade" (Gandhi)
Espelhamento Refletir e converter em espelho polido e reproduz a imagem objetos ou seres colocados diante dele O especular relativo ao espelho observar, indagar e pesquisar. Existe variações ver-se em espelho. Especioso, ilusório ou séria refinado. Especular especificidade Refletir o espectador.
O que eu poderia dizer desta pequena reflexão: "O outro é um espelho onde nos contemplamos, e nos deus olhos a nossa imagem se transfigura, e é como se fôssemos deuses" (Rubem Alves) Sobre as críticas: "É fácil escapar de críticas: não faça nada, não diga nada, não seja nada". (Elbert hubbard)
"Não interrompa uma pessoa que lhe conta algo que você já sabe. Uma história nunca é contada duas vezes da mesma maneira e é sempre bom ter mais uma versão" (Golbery do Couto e Silva)
"Para virmos a ser o que devemos ser é preciso que alguém nos ame como somos" (José Carlos Pedroso)
Interiorizar-se, duvidar e entrar em contato com outros costumes e pontos de vista. Muitas vezes, não chego a nehuma conclusão definitiva, mas convido meu eu pensativo para agir. O ato ou efeito de personificar algo ou idéia abstrata, representar com perfeição uma idéia ou condição, ser relativo, tornar pessoal e encarnar algo de uma maneira perfeita ser o MODELO, fazendo uma marca que individualiza algo produzido em série. Personalizar.
Na Idade Média, jovem nobre colocado ao lado de um senhor para iniciar-se como cavaleiro. Os símbolos dos arcanos menores têm tido muitas mudanças com o decorrer do tempo, e, especial em detalhes e significados menores. Nas figuras rei, rainha e valete, tomaram as cores dos arcanos maiores junto ao que representa em particular cada naipe:paus(Fogo), espada(Ar), ouros(Terra), copas(Água). Os ases, desenhados como rebentos a ponto de florescer, representam a primaveira, o melhor da vida. Selecionei duas cartas para comentar: Valete de esadas e Valete de ouros. Vamos lá: Valete de espadas: Esta carta tem a força e o vigor de um jovem heróico que se lança corajosamente para o desconhecido. Cavaleiro exímio na ação e na guerra. Esta carta também representa o desconhecido. A vigilância e a habilidade, é um jovem ativo a quem se lhe adverte sobre o perigos que não conhece; pessoa que se adapta ás diferentes condições.
Carta de cabeça para baixo:Disputa e ruína por uma mulher; é vaidoso e simples, também pode ser interpretado como o impostor, e os acontecimentos imprevistos que podem acontecer no futuro.
Valete de ouros: É um homem jovem muito trabalhador, competente, dificilmente se zanga, mas se isto acontece, pode ser implacável em seus atos. Também pode ser interpretada com profunda concentração no estudo. Respeito pelo conhecimento dos outros, desejo de aprender, capacidade para consegui-lo.
Carta de cabeça para baixo:Preguiçoso; pessoa que não gosta de se comprometer, complacente e com falta de visão para o funturo ou pessoa afastada da realidade, incapaz de reconhecer seus erros, pensamento ilógico, rebelde.
Imperador ou Louco? O imperador é o que governa e representa as energias materiais que o homem utiliza para dar a suas criações uma realidade momentânea. Ele simboliza o homem protetor, indica uma situação sólida, ativa, apoiada pelo poder da imagem paterna, que indica proteção, através do arquétipo vinculado com o pai, indica autoridade, força e experiência. Enquanto o Louco denuncia abuso de poder, despotismo ou incapacidade para dominar a si próprio. É a insensatez e imprudência é jovem e não importa seu destino, tem mania de aventura e não lhe importam os perigos que o possam perseguir. Sua atitude é bastante desorientadora, sobretudo para os outros, já que não se rege por nenhuma norma, é ingênuo, despreocupado e tem pouca responsabilidade. Em o Louco, sua alienação é seu principal empecilho para liberdade. No plano espiritual é ambivalente entre essência e erro, o anarquista ou poeta insatisfeito, o iludido que se nega a olhar a realidade do mundo. O que posso dizer: O trono é símbolo do poder e você somente conhecera uma pessoa quando ela estiver sentada no trono. Então me pergunto: Quem responde a majestade ou o louco? Digo "O objetivo humano deveria ser o conhecimento de si mesmo, a autoconsciência despertada e mantida em vigília" Sócrates.
O Mago é aquele que recebe a energia do universo e a joga sobre a terra. Esta imagem representa o homem como poder criativo e ativo, projetado na terra e rodeado de um mundo hostil por natureza, porém dotado de poderes suficientes para agir de acordo com seus desígnios. O Mago permite ter confiança em seu próprio valor, tem espírito intuitivo, mas com atitude dedutiva, é mais apto para defesa que para o ataque. Psiquicamente tem grande resistência. No plano psíquico mostra inteligência, habilidade, diplomacia, eloquência, usa o intelecto e vontade para transformar o mundo; o princípio da própria consciência é o eu em sua manifestação firme e criativa. Já o Ilusionista num mundo onde nada o que parece ser, o ilusionismo a arte de produzir fenômenos que parecem reais, mas contradizem as leis da naturais, prestidigitação, o que causa a ilusão, o errôneo e o enganoso. É a interpretação errônea de um fato uma esperança quimérica. O que eu posso dizer sobre essa dualidade "Jamais engane os outros, para não ser enganado".
A escala momocromática que é a gradação dos tons de uma mesma cor, obtida através da mistura com branco ou preto.O auto-retratos, onde o artista apresenta esclarecendo sua imaginação a respeito de sua individualidade. O que uma pessoa realmente aparenta ser é uma coisa, o que ela gostaria de parecer é outra. O mundo comum o individuo apresenta em seu mostrar e não dizer, a rotina é quebrada pelo primeiro ato. UMA IMAGEM VALE MAIS QUE MIL PALAVRAS, as vezes isso é verdade. Voc~e tem que ver pelos seu próprios olhos. O auto retrato serve como um licenciamento poético do "SER". O personagem está sempre motivado pelos seus desejos. Ele quer respostas, todas as caracterizações são colocadas em movimentos de conflito, a busca desencadeia os fatos que revelam sua própria indentidade. Nós somos donos da nossa vida? Nós sabemos quem somos? Todos estes EUS estão voltados para um objetivo, a conquista da liberdade, do livre arbítrio. É dificil eliminar sua dúvidas e tomar controle de sua vida. O retorno transformado, ao se estruturar o personagem, existe aqueles que se transformam e os que permanecem inalterados. Normalmente, a história é melhor quando o personagem se transforma em alguém melhor.
Na mitologia hindu, existem duas histórias fantásticas que contam como Ganesha ganhou sua cabeça de elefante. Uma das histórias é a de que Parvati, deusa do amor, foi amaldiçoada para que não pudesse mais ter filhos. Sentindo-se solitária, ela criou Ganesha a partir da sujeira de seu próprio corpo.
Quem é Ganesha, o deus elefante indiano da sabedoria e prosperidade
Ganesha é um dos deuses mais celebrados no hinduísmo. Ele é filho dos deuses Shiva e Parvati e representa o intelecto, a sabedoria, a fortuna e a prosperidade nesta religião.
Na tradição hindu, Ganesha é também conhecido como Vighneshvara no sânscrito, que significa “deus dos obstáculos ou dificuldades”. Este significado está relacionado ao fato de que sua função primária na religião hindu é remover os obstáculos daqueles que o cultuam.
A história de como Ganesha ganhou sua cabeça de elefante
Ganesha é representado como um deus antropozoomorfo, ou seja, ele é metade animal e metade humano. Sua cabeça é a de um elefante e o restante de seu corpo é a de um humano com quatro braços.
Na mitologia hindu, existem duas histórias fantásticas que contam como Ganesha ganhou sua cabeça de elefante.
Uma das histórias é a de que Parvati, deusa do amor, foi amaldiçoada para que não pudesse mais ter filhos. Sentindo-se solitária, ela criou Ganesha a partir da sujeira de seu próprio corpo. Após a criação, Parvati foi tomar um banho e pediu ao seu filho que tomasse conta da casa para que ninguém entrasse.
Quando Shiva, deus supremo do hinduísmo e marido de Parvati, apareceu para visitar sua esposa, Ganesha, cumprindo as ordens da mãe, não o deixou passar. Shiva ficou enfurecido com a atitude do menino e cortou-lhe a cabeça. Quando Parvati retornou, ela ficou enfurecida e explicou que aquele era o filho que tinha criado.
Desesperado, Shiva pediu aos seus soldados que fossem atrás de uma cabeça para substituir a do menino. A primeira cabeça encontrada foi a de um elefante e, dessa forma, Shiva conseguiu trazer Ganesha de volta à vida. Após o episódio, Shiva fez de Ganesha o líder dos bhutaganas, um exército de soldados que lutava com ele.
A outra história conta que Parvati pediu ao deus Shani (que é a representação do planeta Saturno) que cuidasse de seu filho. Ao olhar para Ganesha, Shani queimou o rosto do menino com seus olhos maléficos e, dessa forma, Ganesha literalmente perdeu sua cabeça.
Brahma (deus da criação) aconselhou Parvati a substituir a cabeça de seu filho pela primeira cabeça de qualquer criatura que encontrasse. Parvati encontrou a cabeça de um elefante e trouxe Ganesha de volta à vida com a cabeça do animal.
Cabeça de elefante:
Em florestas e matas fechadas, elefantes geralmente abrem caminhos para que outros animais possam passar e seguir adiante. Neste sentido, Ganesha é primeiramente cultuado para que ele ajude a eliminar os obstáculos das pessoas que o cultuam.
Sua grande cabeça de elefante simboliza a sabedoria, a compreensão e o intelecto, aspectos fundamentais para quem almeja uma vida de perfeição, de acordo com os ensinamentos do hinduísmo. Suas enormes orelhas nos lembram que devemos ouvir mais as outras pessoas.
A tromba de Ganesha revela que os indivíduos devem possuir as qualidade de adaptação e eficiência em suas vidas. Suas presas denotam os dois aspectos da personalidade humana: a sabedoria (a presa direita) e a emoção (a presa esquerda). A presa esquerda de Ganesha está quebrada, e ela representa os sacrifícios que fazemos em prol da felicidade e também que devemos conquistar a emoção com sabedoria para atingirmos a perfeição.
Barriga:
Na grande barriga de Ganesha está todo o cosmo. Ele ensina que as pessoas devem ter todos os tipos de experiências em suas vidas, boas ou más, mas que devem encará-las com paciência e calma.
Rato:
Existem algumas interpretações para a simbologia do rato aos pés de Ganesha. Para alguns, ele representa o ego e como devemos ter consciência para controlá-lo. Um ditado diz que “quem controla o ego, possui a consciência de Ganesha”. Outra interpretação revela que o rato seria o veículo de Ganesha, simbolizando seu conhecimento e a sua astúcia.
Braços e mãos:
Ganesha possui quatro braços e cada um deles representa os atributos do corpo. Eles são: o intelecto, o ego, a consciência e a mente. Em cada uma de suas mãos encontramos objetos e outros simbolismos, como:
Machado: com esta ferramenta, Ganesha pode repelir qualquer obstáculo.
Flor de lótus: esta flor é o símbolo do maior objetivo da evolução humana, ou seja, o autoconhecimento e a realização do seu “eu interior”.
Corda: a corda geralmente aparece na mesma mão em que Ganesha segura a flor de lótus. Ela é um símbolo da força que amarra o devoto à eterna bênção. Este objeto também simboliza que os apegos e desejos mundanos devem ser eliminados.
Modaka: uma tigela com um doce feito de leite e arroz tostado chamado modaka também aparece nas imagens associadas ao deus Ganesha. Além de ser o quitute preferido do deus elefante, ele representa a satisfação, após a jornada de disciplina e autoconhecimento.
Mão voltada ao devoto: uma das mãos de Ganesha está sempre voltada para quem o cultua, simbolizando a bênção, a proteção e o refúgio que podemos encontrar nele.
A colorida e animada celebração de Ganesha no hinduísmo
Fotografia de festival em celebração ao deus Ganesha na Índia.
Fotografia de festival em celebração ao deus Ganesha na Índia.
Não existem muitos templos dedicados exclusivamente à Ganesha na Índia. Contudo, em grande parte dos templos hindus é possível encontrar as estátuas do deus elefante.
Devido ao fato de ser o deus dos obstáculos, Ganesha é, geralmente, reverenciado ao início de cada novo desafio pelos seus devotos. Seja quando as pessoas se mudam para uma nova casa ou antes de começar um novo empreendimento; pois este deus representa, especialmente, boa sorte em novas jornadas.
O festival conhecido como Ganesha Chaturthi ou Aniversário de Ganesha é o maior festival de celebração ao deus elefante. Ele dura entre 10 e 14 dias, com cultos dentro dos lares hindus e também em grandes festivais públicos, sendo o maior deles na cidade de Mumbai na Índia.
No calendário hindu, o festival ocorre no quarto dia da primeira quinzena do mês de Bhaadrapada, o que corresponde ao período entre agosto e setembro no calendário gregoriano. Durante este período, enormes estátuas de argila ou gesso de Ganesha são confeccionadas e adornadas com flores e outros adereços coloridos.
Além disso, oferendas são destinadas ao deus e milhares de pessoas saem às ruas para dançar em celebração a ele. Ao final do festival, as estátuas são imersas nas águas. Este ritual é um símbolo de que Ganesha estará voltando para sua casa no Monte Kailash.
O mantra de Ganesha
Os mantras indianos são extremamente populares em todo o mundo, mesmo para os que não praticam o hinduísmo. Eles são sílabas ou poemas escritos em sânscrito utilizados como uma oração para materializar divindades.
Para quem tem fé em Ganesha, o mantra dedicado ao deus elefante é utilizado para remover obstáculos da vida. O mais conhecido deles é:
Om Gam Ganapataye Namaha – Sharanam Ganesha
A tradução para este mantra pode ser:
Om: é a invocação espiritual que conecta o devoto à divindade.
Gam: verbo sânscrito para mover, afastar, aproximar ou unir.
Ganapataye: um dos nomes em referência ao deus Ganesha.
Namaha: manifestação de adoração.
Sharanam: refúgio e proteção.
*Este conteúdo se baseou em informações de: Amritapuri.org; Ancient.eu; Times of India e Columbia University.
Elefantes os portadores de Chuva e Boa sorte
Segundo a mitologia hindu, os primeiros elefantes que houve no mundo tinham asas e brincavam com as nuvens. Mas um dia, um grupo de elefantes posou nos galhos de uma árvore debaixo da qual um santo asceta estava ensinando os seus discípulos. Como era de esperar, os galhos se quebraram e cairam sobre os discípulos, matando vários deles. O santo homem ficou tão zangado que pediu aos deuses que privassem os elefantes de suas asas. Mas os elefantes continuaram a ser amigos das nuvens e a ter o poder de pedir ás suas antigas companheiras celestes que trouxessem chuva. A figura dos elefantes é ligado á chuva e ás boas colheitas. Marcadores: curiosidade
Quando Dumbo estava na idade de participar do espetáculo, o diretor do circo pensou em um número para ele: Uma pirâmide com os elefantes e, lá no alto, Dumbo, o mais jovem e mais ligeiro.
A luz dos refletores, os elefantes começaram seu número...Emocionado, Dumbo subia cuidadosamente, mas...ele pisou em sua orelha e caiu! Com isso, uma elefanta perdeu o equilíbrio. BUM...! Toda a pirâmide veio abaixo! Que confusão! Por causa deste acidente, Dumbo foi retirado do número dos elefantes e colocado nos dos palhaços.
Desde este dia, o sofrimento do elefantinho aumentou.
Walt Disney ao contar histórias usando animais, remota aos tempos mais antigos. Nas fábulas, os animais perdem a sua caracteristica de puro instinto e são antropomorfizado e transformados em caricaturas do homem. O animal na história, na verdade, não é um animal vestido de homem mas um homem disfarçado na pele de um animal.