quinta-feira, 17 de julho de 2008

Sétima Arte: Metropolis (1927)








Metrópolis
Alemanha/ 1926
Direção: Fritz Lang

Elenco: Brigitte Helm, Gustav Frolich, Alfred Abel, Fritz Rasp, Rudolf Klein-Rogge.

Na minha imodesta opinião é o melhor filme do diretor Fritz Lang. É uma obra prima, é oportuno lembrar que foi dos primeiros a explorar no filme "Os mil olhos do Doutor Mabuse" de 1960 essa temática sobre o controle dos seres humanos por um poderoso sistema.
"Metropolis" apresenta um desenvolvimento gigantesco da técnica. O filme aborda a magia e a técnica, a arte e a política. Destaco no fime o requinte do roteiro e a concepção estética de Lang. Adorei. Metropolis (bra/prt: Metrópolis)[2][3] é um filme alemão de ficção científica lançado em 1927, dirigido pelo cineasta austríaco Fritz Lang. Foi, na época, a mais cara produção até então filmada na Europa, e é considerado, por especialistas, um dos grandes expoentes do expressionismo alemão. Também foi uma obra-prima à frente do seu tempo, já que pode se dizer que continua atual. Na época, foi considerado um tanto controverso, fazendo com que sua bilheteria fosse um desastre.[4] O roteiro, baseado em romance de Thea von Harbou,[5] foi escrito por ela em parceria com Lang. Em 2008, foram reencontrados, na Argentina, 30 minutos de metragem deste clássico. Tal parte foi restaurada e acrescentada à versão conhecida.[6] Na Berlinale 2010, o filme teve, 83 anos depois, a sua segunda estreia mundial. Enredo Em 2026 (100 anos após a produção do filme), ricos industriais governam a grande cidade de Metrópolis a partir de arranha-céus, enquanto trabalhadores subterrâneos trabalham constantemente para operar as máquinas que fornecem energia à cidade. O dono de Metrópolis é Joh Fredersen, cujo filho Freder passa o tempo praticando esportes e frequentando um parque de diversão. Freder é interrompido pela chegada de uma jovem mulher chamada Maria, que trouxe um grupo de crianças dos trabalhadores para ver o estilo de vida privilegiado dos ricos. Maria e as crianças são rapidamente levadas para longe, mas Freder fica fascinado por Maria e desce para a cidade dos trabalhadores, na tentativa de encontrá-la. Nas salas de máquinas, Freder assiste, com horror, a explosão de uma enorme máquina, causando várias lesões e mortes, depois que um dos seus operadores cai de exaustão. Freder corre para contar a seu pai. Grot, um dos capatazes, chega logo depois para fornecer mapas que foram encontrados com os corpos dos trabalhadores mortos. Fredersen está irritado pois seu assistente Josaphat não foi o primeiro a trazer-lhe notícias de qualquer explosão ou os mapas, e o demite. Sabendo que ele só pode ir para as profundezas e se tornar um trabalhador, Josaphat tenta o suicídio, mas é interrompido por Freder, que o envia para casa para esperar por ele. Preocupados com o comportamento incomum de Freder, Fredersen despacha o Homem Magro para manter o controle de seus movimentos. Maschinenmensch / Hel, a ginoide ("androide feminina") criada por C.A. Rotwang. Voltando às salas de máquinas, Freder encontra o trabalhador Georgy e toma seu lugar quando ele cai em seu posto. Os dois homens trocam roupas, com Freder instruindo Georgy para ir ao apartamento de Josaphat e esperar por ele. No entanto, ao ser expulso pelo motorista de Freder, Georgy torna a distrair-se com as imagens e sons na discoteca Yoshiwara e passa a noite lá em vez disso. Enquanto isso, Freder encontra um mapa no bolso e descobre uma reunião secreta de outro trabalhador que sofre alucinações provocadas pelo desgaste. Fredersen leva os mapas trazidos por Grot ao inventor Rotwang a fim de saber o seu significado. Rotwang tinha se apaixonado por uma mulher chamada Hel, que o deixou para se casar com Fredersen; ela morreu ao dar, à luz, Freder. Desde então, ele construiu uma robô (a Maschinenmensch, ou Máquina-Humana) para "ressuscitá-la". Os mapas mostram o layout de uma rede de antigas catacumbas sob Metrópolis, e os dois homens saem para investigar. Eles espionam um encontro de trabalhadores, incluindo Freder, e encontram Maria esperando para enfrentá-los. Maria profetiza a chegada de um mediador que pode fazer as classes trabalhadoras e os governantes governarem juntos, e exorta os trabalhadores a terem paciência. Freder passa a acreditar que ele poderia preencher o papel, e depois que a reunião se rompe, ele declara seu amor por Maria. Eles concordam em reunir-se na catedral da cidade no dia seguinte, então partem. Fredersen ordena Rotwang para dar semelhança de Maria ao robô para que ele possa arruinar a reputação de Maria entre os trabalhadores, mas não sabe do plano secreto de Rotwang para destruir Freder como vingança por ter perdido Hel. Rotwang persegue Maria através das catacumbas e sequestra-a. Na manhã seguinte, o Homem Magro pega Georgy deixando Yoshiwara, ordena-lhe para voltar ao seu posto e leva o endereço de Josaphat dele. Freder vai ao apartamento de Josaphat em busca de Georgy, mas descobre que Georgy nunca chegou. Depois de contar para Josaphat sobre seu tempo na cidade dos trabalhadores, Freder vai para a catedral, faltando apenas a chegada do Homem Magro. Josaphat repele as tentativas de suborno do Homem Magro e intimida-o a deixar Metrópolis; os dois lutam, e Josaphat escapa e se esconde na cidade dos trabalhadores. Freder não encontra Maria na catedral, mas ele ouve um monge pregando sobre a Prostituta da Babilônia e um apocalipse que se aproxima. Vendo as das estátuas da Morte e dos Sete Pecados Mortais, ele pede-lhes para não prejudicar Maria. Em seguida, sai para procurá-la. Ele ouve seus gritos durante a passagem da casa de Rotwang e acaba preso até que o robô seja totalmente transformado em Maria. Rotwang a envia para cumprimentar Fredersen; Freder encontra os dois se abraçando em seu escritório e desmaia, caindo em um delírio prolongado. A falsa Maria começa a desencadear o caos em toda Metrópolis. Freder recupera-se dez dias mais tarde e procura Josaphat, que lhe diz sobre a propagação do problema. Ao mesmo tempo, a verdadeira Maria foge da casa de Rotwang após Fredersen lutar com ele, tendo tomado conhecimento da traição de Rotwang. Descendo para as catacumbas, Freder e Josaphat encontram a falsa Maria exortando os trabalhadores a se levantar e destruir as máquinas. Quando Freder a acusa de não ser a verdadeira Maria, os trabalhadores reconhecem-no como filho de Fredersen e tentam capturá-lo, mas Georgy protege-o e é esfaqueado causando a sua morte. Fredersen diz que os trabalhadores devem usar a violência, para que ele possa justificadamente usar a força contra eles em um momento posterior.
Os trabalhadores acompanham a falsa Maria da cidade para as salas de máquinas, sem saber, deixando os filhos para trás. Eles abandonam seus postos e quebram a máquina do Coração, a estação de energia central para Metrópolis, após o capataz Grot relutantemente conceder-lhes o acesso sob as ordens de Fredersen. Quando todos os sistemas acima e abaixo do solo falham, Maria desce à cidade dos trabalhadores, que começa a inundar devido às bombas de água estarem paradas. Ela reúne as crianças na praça principal, e com a ajuda de Freder e Josaphat, eles escapam da cidade dos trabalhadores, que se desintegra no dilúvio. Nas salas de máquinas, Grot recebe a atenção dos trabalhadores que, descontroladamente, comemoram, e repreende-os por suas ações fora de controle. Percebendo que eles deixaram seus filhos para trás na cidade agora inundada, os trabalhadores sofrem e vão vingar-se sobre a "bruxa" (a falsa Maria), que lhes estimulou ao erro e, desde então, fugiu para se juntar à folia em Yoshiwara. Enquanto isso, Rotwang caiu sob a ilusão de que Maria é Hel, e sai para encontrá-la. A multidão captura a falsa Maria e ela é queimada na fogueira. Freder assiste horrorizado, não entendendo o engano até que o revestimento externo se desintegra e revela o robô embaixo. Rotwang persegue Maria para o telhado da catedral, perseguido por Freder. Os dois homens lutam enquanto Fredersen e os trabalhadores assistem a partir da rua. Josaphat diz que os trabalhos de segurança de seus filhos são para impedi-los de prejudicar Fredersen. Rotwang perde o equilíbrio e cai para a sua morte. Nos degraus da catedral, Freder cumpre o seu papel de mediador ("coração"), ligando as mãos de Fredersen ("cabeça" da cidade) e Grot (suas "mãos") para trazê-los juntos. Metrópolis (1927), de Fritz Lang, filme completo em HD - ative as legendas em português
. O ano é 2026, a população mundial se divide em duas classes: a elite dominante e a classe operária; esta é condenada desde a infância a habitar os subsolos, escravos das monstruosas máquinas que controlam a Metrópolis. Quando o filho do criador de Metrópolis se apaixona por Maria, a líder dos operários, tem início a mais simbólica luta de classe já registrada pelo cinema. Clássico marcante de ficção científica dirigido por Fritz Lang e grande expoente do Expressionismo Alemão. Direção Fritz Lang Elenco Alfred Abel , Gustav Fröhlich , Rudolf Klein-Rogge , Brigitte Helm , Fritz Rasp , Theodor Loos , Heinrich George Roteiro Thea von Harbou Produção Erich Pommer Fotografia Karl Freund Música Bernd Schultheis Figurino Aenne Willkomm Direção de Arte Otto Hunte Metropolis (1927) filme de ficção cientifica completo legendado

Mosaico

A origem da palavra mosaico vem do termo grego "mosaicon", que significa "musa". Algumas fontes traduzem como "paciência digna das musas". Na Grécia Antiga, era usado o mármore colorido para compor mosaicos nos pisos dos templos. Foram denominados "Pinturas para a Eternidade".

Meu Herói






Poderoso Thor
Disfarçado como um simples humano, Donald Blake é na verdade Thor. Quando se faz necessário sua bengala se transforma no poderoso martelo dado por seu pai Odin e ele se transforma em thor o Deus do Trovão e está pronto para defender a Terra.
"Sempre gostei deste personagem ele mistura mitologia grega e vida moderna".

quarta-feira, 16 de julho de 2008

O castelo do minotauro


Segundo signo do Zodíaco sua caracteristica principal é ter uma atitude forte e silenciosa, mas obstinada em suas decisões. São sólidos, durante longos períodos suportam pressões e incomodidades de todo tipo demostrando controle e autodomínio, mas claro que ninguém de de ferro, somos humanos.
Para muitos os taurinos são lentos e reflexivos, claro que preferimos comer o fruto maduro, nada contra os que preferem frutos verdes, gostamos de saborear e sentir as possibilidades de um fruto no ponto.
O Minotauro (em grego: Μῑνώταυρος; em latim: Minotaurus; em etrusco: Θevrumineś) é um personagem da mitologia grega cuja representação mais tradicional entre os gregos antigos era uma criatura com a cabeça de um touro sobre o corpo de um homem. O autor romano Ovídio descreveu-o simplesmente como "parte homem e parte touro". Habitava no centro de um Labirinto, uma elaborada construção erguida para o rei Minos de Creta, e projetada pelo arquiteto Dédalo e seu filho, Ícaro especificamente para abrigar a criatura. O sítio histórico de Cnossos, com mais de 1300 compartimentos semelhantes a labirintos, já foi identificado como o local do labirinto do Minotauro, embora não existam provas que confirmem ou desmintam tal especulação. No mito, o Minotauro posteriormente morre pelas mãos do herói ateniense Teseu. O termo Minotauro vem do grego antigo Μῑνώταυρος, composto etimologicamente pelo nome Μίνως (Minos) e o substantivo ταύρος ("touro"), e pode ser traduzido como "(o) Touro de Minos". Em Creta, o Minotauro era conhecido por seu nome próprio, Astério, um nome que ele compartilhava com o pai adotivo de Minos. Originalmente, Minotauro era apenas utilizado como nome próprio, referindo-se a esta figura mítica. O uso de minotauro como um substantivo comum que designa os membros de uma raça fictícia e genérica de criaturas antropogênicas com cabeças de touro surgiu bem posteriormente, no gênero de ficção fantástica do século XX. Nascimento e aparência O "Deus com Chifres" de Enkomi, Chipre Após assumir o trono de Creta, Minos passou a combater seus irmãos pelo direito de governar a ilha. Rogou então ao deus do mar, Posídon que lhe enviasse um touro branco como a neve, como um sinal de aprovação ao seu reinado. Minos deveria sacrificar o touro em homenagem ao deus, porém decidiu mantê-lo devido a sua imensa beleza. Por sua falha em cumprir a promessa e como forma de punir Minos, a deusa Afrodite fez com que Pasífae, esposa de Minos, se apaixonasse perdidamente pelo Touro Cretense vindo do mar. Pasífae pediu então ao arquetípico artesão Dédalo que lhe construísse uma vaca de madeira na qual ela pudesse se esconder no interior, de modo a copular com o touro branco. O filho deste cruzamento foi o monstruoso Minotauro. Parsífae cuidou dele durante sua infância, porém depois ele cresceu e se tornou feroz; sendo fruto de uma união não-natural, entre homem e animal selvagem, ele não tinha qualquer fonte natural de alimento, e precisava devorar homens para sobreviver. Minos, após aconselhar-se com o oráculo em Delfos, pediu a Dédalo que lhe construísse um gigantesco labirinto para abrigar a criatura, localizado próximo ao palácio do próprio Minos, em Cnossos. Em nenhum lugar a essência do mito foi expressa de maneira mais sucinta que nas Heroides, atribuídas a Ovídio, em que a filha de Pasífae reclama da maldição de seu amor não-correspondido: "Zeus amou Europa, como um touro, escondendo sua cabeça divina - ela deu origem ao nosso povo. Um fardo e uma punição nasceram do útero de minha mãe, Pasífae, montada por touro que ela enganou." Leituras mais literais e prurientes, que enfatizam o mecanismo envolvendo a cópula em si podem, talvez de maneira intencional, obscurescer o casamento místico do deus na forma de touro, um mythos Minoico que era estranho aos gregos. O Minotauro costuma ser representado na arte clássica com o corpo de um homem, e a cabeça e rabo de um touro. Uma das formas assumidas pelo deus rio Aqueloo ao cortejar Dejanira é a de um homem com uma cabeça de touro, de acordo com a peça teatral As Traquínias, de Sófocles. Dos períodos clássicos até o Renascimento, o Minotauro aparece como tema de diversas descrições do Labirinto. O relato do autor romano Ovídio sobre o Minotauro, em latim, que não elabora sobre qual metade da criatura era touro e qual era homem, foi a mais difundida durante a Idade Média, e diversas ilustrações feitas no período e depois mostram o Minotauro com uma configuração inversa em relação à sua aparência clássica: uma cabeça e torso de homem sobre um corpo de um touro, semelhante a um centauro. Esta tradição alternativa durou até o Renascimento, e ainda figura em versões modernas do mito, como as ilustrações de Steele Savage feitas para Mythology, de Edith Hamilton (1942). Tributo e Teseu Ritão com a forma de uma cabeça de touro, no pavilhão grego da Expo '88 Androgeu, filho de Minos, foi morto pelos atenienses, invejosos das vitórias obtidas por ele nos Jogos Panatenaicos. Já outra versão do mito afirma que Androgeu teria morrido em Maratona, atacado pelo Touro Cretense, o ex-amante taurino de sua mãe, que Egeu, rei de Atenas, tinha ordenado que ele matasse. A tradição mais comum conta que Minos teria então declarado guerra a Atenas para vingar a morte de seu filho, e saiu vitorioso do confronto. Cátulo, em seu relato do nascimento do Minotauro, se refere a outra versão do mito, na qual Atenas teria sido "obrigada pela praga cruel a pagar compensação pela morte de Androgeu." Egeu deve então evitar a praga causada por seu crime enviando "jovens rapazes, bem como as melhores garotas solteiras, para um banquete" do Minotauro. Minos exigia que pelo menos sete rapazes e sete donzelas atenienses, escolhidos através de sorteio, lhe fossem enviados a cada nove anos (ou, segundo alguns relatos, anualmente) para ser devorado pelo Minotauro. Quando se aproximava a data do envio do terceiro sacrifício o jovem príncipe Teseu se ofereceu para assassinar o monstro, prometendo a seu pai, Egeu, que ordenaria que o navio que o trouxesse de volta para casa erguesse velas brancas, caso ele tivesse sido bem-sucedido na empreitada, ou velas negras, caso ele tivesse morrido. Em Creta, Ariadne, filha de Minos, se apaixona por Teseu e o ajuda a se deslocar pelo labirinto, que tinha um único caminho que levava até seu centro. Na maior parte dos relatos Ariadne dá a ele um novelo, que ele utiliza para marcar seu caminho de modo que ele possa retornar por ele. Teseu então mata o Minotauro com a espada de Egeu, e lidera os outros atenienses para fora do labirinto. Na viagem de volta, no entanto, ele se esquece de erguer as velas brancas e seu pai, ao ver o navio e imaginar que Teseu estava morto, se suicida, arremessando-se no mar que desde então leva seu nome. Pasífae e o Minotauro, cílice ático em figura vermelha descoberto na Vulcos etrusca (Gabinete das Medalhas, Paris) Etruscos A visão essencialmente ateniense do Minotauro como antagonista de Teseu reflete as fontes literárias, que são parciais às perspectivas atenienses. Os etruscos, que consideravam Ariadne companheira de Dioniso, e não de Teseu, apresentavam um ponto de vista diferente do Minotauro, nunca visto na arte grega: numa taça de vinho etrusca feita em figura vermelha da primeira metade do século IV a.C., Pasífae apoia de maneira terna o Minotauro criança em seu colo. Interpretações Teseu combatendo o Minotauro, de Jean-Étienne Ramey, mármore, 1826, Jardins das Tulherias, Paris A luta entre Teseu e o Minotauro foi representada com frequência na arte grega. Um didracma de Cnossos exibe num lado o labirinto, e no outro o Minotauro cercado por um semicírculo de pequenas bolas, provavelmente representando estrelas; um dos nomes do monstro era Astério, "estrela" em grego antigo. As ruínas do palácio de Minos, em Cnossos, foram descobertas, porém nenhum labirinto foi encontrado ali. O número enorme de aposentos, escadas e corredores do palácio fez com que alguns arqueólogos sugerissem que o próprio palácio teria sido a fonte do mito do labirinto, uma ideia que geralmente é desacreditada nos dias de hoje. Homero, descrevendo o escudo de Aquiles, comentou que o labirinto seria um recinto para as danças cerimoniais de Ariadne. Alguns mitólogos modernos veem o Minotauro como uma personificação solar, uma adaptação minoica do Baal-Moloch dos fenícios. A morte do Minotauro por Teseu, neste caso, indicaria o rompimento das relações tributárias de Atenas com a Creta minoica. O Minotauro no Labirinto, gravura em pedra preciosa do século XVI na Coleção Medici do Palácio Strozzi, em Florença De acordo com o estudioso britânico A. B. Cook, Minos e o Minotauro são apenas duas formas diferentes do mesmo personagem, que representa o deus-sol dos cretenses, que retratavam o sol na forma de um touro. Tanto Cook quanto o antropólogo escocês James Frazer explicaram a união de Pasífae com um touro como uma cerimônia sagrada, na qual a rainha de Cnossos se casava com um deus em forma de touro, da mesma maneira que a esposa do tirano em Atenas havia se casado com Dioniso. O arqueólogo francês Edmond Pottier, que não discute a existência histórica de Minos, a partir da história de Fálaris, considera provável que em Creta (onde pode ter existido um culto aos touros, juntamente com o do lábris) uma forma de tortura era trancar as vítimas dentro da barriga de um touro de bronze incandescente. A história de Talo, o homem de bronze cretense, que se deixava em braza e abraçava os estrangeiros assim que eles pisavam na ilha, provavelmente teria origem semelhante. Uma explicação histórica do mito se refere ao período em que Creta era a principal potência política e cultural do mar Egeu. À medida que a cidade de Atenas (e provavelmente outras cidades gregas continentais) pagavam tributo a Creta, pode-se assumir que este tributo incluía jovens de ambos os sexos, destinados ao sacrifício ritual. A cerimônia era executada por um sacerdote que utilizava uma máscara ou cabeça de touro, o que explicaria então o imaginário relacionado ao Minotauro. Este sacerdote também poderia ser filho de Minos. Com a Grécia continental livre do domínio cretense, o mito do Minotauro teve como papel distanciar a incipiente consciência religiosa das poleis helenas das crenças minoicas. O Minotauro no Inferno de Dante Imagem do Minotauro de William Blake, ilustrando o Inferno, XII O Minotauro, a infamia di Creti, aparece brevemente no Inferno de Dante Alighieri, em seu canto 12, 11-15, onde, abrindo caminho entre rochedos espalhados por uma encosta, e preparando-se para entrar no Sétimo Círculo, Dante e Virgílio, seu guia, encontraram a criatura pela primeira vez entre aqueles que foram amaldiçoados por sua natureza violenta, os "homens de sangue", embora seu nome não seja citado até o verso 25. Com a lembrança provocante, feita por Virgílio, do "rei de Atenas", o Minotauro se ergue, enfurecido, e distrai os centauros que guardam o Flegetonte, "rio de sangue", permitindo assim que Virgílio e Dante passem rapidamente por eles. Esta associação pouco típica do Minotauro com os centauros, que não é feita em qualquer outra fonte clássica, é mostrada visualmente na ilustração da criatura feita por William Blake como uma espécie de centauro taurino.
Minotaur of "Sinbad" / Stop motion animation

Brinquedo de infância





Lembra desses? Comandos em ação. "Como colecionei"
estes são meus preferidos.

Desenhado no Paint





O desenho é uma Arte de representar, sobre uma superfíce qualquer, figuras reais ou imaginárias, usando basicamente pontos, linhas e sombreados.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Criações de uma Esfinge Poética

No reino audiovisual cada vez mais aperfeiçoado, multiplicado e generalizado, ocupa amplos espaços da cultura de massa. Sempre que os meios eletrônicos e tecnológicos tornam um tema ascendente no mundo das artes visuais e emerge rapidamente como forma de expressão poética. Elementos tecnológicos como som espectacular, gravações soberbas, efeitos luminosos hipnotizastes e espetáculo audiovisual atrai o publico jovem. A uma certa fascinação da tecnologia exercem sobre a população em geral. numa sociedade de consumo ir a uma casa de espetáculo (antiga discoteca) significa transcender as limitações culturais e ambientais da vida cotidiana. "O famoso dia-a-dia".
Uma pergunta clássica do mundo pop volta com tudo até que ponto os artistas são reais ou artificialmente fabricados? São esfinges difíceis de decifrar!