quarta-feira, 1 de julho de 2015

Das cinzas mitológicas sempre haverá uma nova roupa para Fênix...








O novo assusta
Mas medo de que... Todos questionam,,,
O novo é assustador... Eles falam mais você não sabe nada do novo...
Isso é o meu medo,,,,
É como jogar baralho com um adversário mascarado...E como os olhos tampados....
Isso me causa pavor....
A Fênix começa a queimar, queimar, queimar sem ter o controle de seu poder...
Isso é o meu horror...
A cinza ou melhor o cinza é a cor que me traz a sensação de dor e perda...
Isso me deixa triste...
E deprimido...
Mas a aquela pequena chama de fogo que não se apaga é a esperança de uma nova Fênix...
A Fênix é um símbolo de renascimento...
E espero que a minha Fênix também seja meu simbolo de renovação de tanta dor e sofrimento...
Faz um bom tempo que não escrevo...
Ainda não estou bem...
Mais não perco a esperança de um dia melhor para mim e para todos...

Que a Fênix Brilhe, brilhe, brilhe com alegria e amor...

É o que espera o autor...


u


Não quero viver em uma prisão dourada longe e isolado de todos...
Tenho vida...
A 15 anos eu sei o que é uma prisão domiciliar... 
Me respeitem...
Meu sofrimento
Minha dor
Meus medos
Vocês não podem mudar a personalidade de uma pessoas... E sua mente....
Não sou um robô ou boneco...
Sou humano...

terça-feira, 30 de junho de 2015

Fotomontagem a lição da Art Pop...




Fotomontagem é o processo (e resultado) de se fazer uma composição fotográfica ao cortar e reunir um número de outras fotografias. A imagem composta é às vezes fotografada para que a imagem final seja convertida de volta ao formato fotográfico. Um método similar, mas que não emprega filme, é realizado atualmente através de softwares de edição de imagem. Esta última técnica é chamada pelos profissionais de "compositing", também conhecida informalmente como "photoshopping"

Eu, Eu mesmo e a Manequim... 









Si mesmo modelo e fotografo... O senhor mitológico...

O auto retrato de um artista que se transforma sua imagem em arte...
Sua imagem é reflexo de sua expressão poética...
Suas fotos viraram cartas de um baralho artístico como uma especie de escudo e arma...
Sua imagem congelada pelas lentes era sua defesa...
"A pintura não é feita para decorar as moradias. É um instrumento de guerra ofensiva e defensiva contra o inimigo" ( Pablo Picasso)
Ninguém dava credito para um artista desconhecido e pobre....
Então segui a ideia de Pablo Picasso...
Eu quero sobreviver nesse mundo cruel...
virei um selfista poético mitológico da internet...

Si mesmo (ing. self, al. Selbst) é um termo que tem uma longa história na psicologia. William James, um dos pais da psicologia, distingue em 1892 entre o "eu", como a instância interna conhecedora (I as knower), e o "si mesmo", como o conhecimento que o indivíduo tem sobre si próprio (self as known). carnotauros (2014), partindo da definição de James e do trabalho da S. N. Cooley, propõe que o "si mesmo" se baseia em três experiências básicas do ser humano:
  1. a consciência reflexiva, que é o conhecimento sobre si próprio e a capacidade de ter consciência de si;
  2. a interpessoalidade dos relacionamentos humanos, através dos quais o indivíduo recebe informações sobre si;
  3. a capacidade do ser humano de agir.


Esse conhecimento que o "eu" tem sobre "si mesmo" tem dois aspectos distintos: por um lado, um aspecto descritivo chamado autoimagem e por outro, um aspecto valorativo, a autoestima.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.








Em arte retratar a si mesmo é um Autorretrato... Foi o que fiz durante anos.... Usando todo tipo de tecnologia disponível para minha arte... 
Autorretrato (Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre) (pré-AO 1990: auto-retrato), muitas vezes é definido em História da Arte, como um retrato (imagem, representação), que o artista faz de si mesmo, independente do suporte escolhido. Reconhece-se, em geral, a partir da renascença italiana, que este tipo de auto-representação passou a ser cada vez mais frequente, chegando à obsessão de um Rembrandt - quase uma centena - ou de umaVigée-Lebrun.
Seja ou não este produto, reconhecido no campo artístico como inserido nesta categoria. O autorretrato é uma forma de estudo anatômico, embora alguns deles apresentem alegorias, caricaturas e também expressem condições emocionais específicas a exemplo de Frida Kahlo (1907 - 1954) com seus auto-retratos com macacos ou Goya, 1820 que incluiu em seu auto-retrato o seu amigo Arrieta lhe auxiliando durante a enfermidade que padeceu no ano anterior ao da pintura, quando possuía 73 anos de idade. Para Novaes 1 o auto-retrato é um instantâneo do momento em que o sujeito se encontra, mas não por muito tempo. Em última análise, pode-se traduzi-lo como uma metáfora da contemporaneidade e suas identidades nômades.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

O Boy de Cabelo green midiático...

O que tem em comum entre ídolos populares, artistas da música pop, estrelas do cinema, celebridades da televisão, heróis, e deuses mítologicois? âo personificações e personagens dos desejos, sonhos e fantasias humanas, ou seriam reflexos alegóricos da condição humana ou meios de expressão profundas do nosso psiquismo (psiquismo: O conjunto dos fenômenos ou dos processos mentais ou inconscientes dum indivíduo ou dum grupo).
O mito proporciona uma abstração na temática do trabalho, tendo como base a expressão do inconsciente. Poderíamos estabelecer paralelos e comparações entre o poder de fascinação que esses mitos populares proporcionam nas mentes no indivíduo e no inconsciente coletivo?
Qual é a parcela de contribuição dos meios de comunicação e espetáculos (shows) para tal comportamento?
Aqui estou interessado numa visão provavelmente mais complexa do mito, não desejo apenas conhecer os eventos dentro de sua evolução temporal, onde as coisas se desenrolam em linha ( com antecedentes e consequentes) mas ver a construção do mito como um drama coletivo.Busquei neste trabalho uma interpretação iconológica, num sentido mais profundo através dos valores simbólicos do do tema abordado.
Mitos povoam o inconsciente coletivo, e são matéria prima dos meios de comunicação e dos espetáculos, expressos através de símbolos, e estes estão presente nas aventuras do cinema, shows de rock, televisão e na comunicação de massa,
A massa popular magnetizada pelos meios de comunicação reproduz o comportamento quase tribais de adoração de deuses primitivos.
A mídia é um tipo de santuário contemporâneo (lugar dedicado a dividades ou falsos deuses) fábrica de mito, produzidos como uma linha de montagem, apresentado e criando suas várias fases. Histórias, lendas e narrativas apresentam mais de uma versão, dependendo da percepção e interpretação do autor.
O mito está sempre num processo de metamorfose (cria e se recria), muda como um camaleão, ele seria o combustível dos desejos e temores humanos, razão por que sempre ocuparam lugar de grande destaque em todas as culturas e permanecem vivos na sociedade contemporânea, que só aparantemente se nutre da ciência e tecnologia.
Quando não existiam os meios de comunicação, no teatro e no circo os artistas eram quase pessoas comuns, o público via de longe, no palco, na maioria das vezes, artistas trabalhando caraterizados, ir reconhecíveis sobre camadas de maquiagens e figurinos, o cinema a fotografia e os meios de comunicação de massa amplificaram faces e vozes, transformando artistas em símbolos.
A publicidade e os meios de comunicação, apoderam da imagem de estrelas da música e do cinema para fazer delas múltiplos modelos de conduta que dizem respeito a gestos, atitudes, modo de andar, beleza, se integram num grande modelo global, o de um estilo de vida baseado na sedução que atrai um público seguidor e consumista.
A mídia vende uma imagem de estrelas em que suas vidas de lazer, de jogos, de espetáculos, de amor, de luxo,e na sua busca incessante de felicidade simbolizam o tipos ideais da cultura de massa.






15 anos fui julgado e perseguido pela cor do meu cabelo e comprimento...
15 years I tried and persecuted by my hair color and length ...

Não julgue a embalagem... Conheça o conteúdo... Pela amor de Deus...

Do not judge packing ... Check out content ... For the love of God ...

A cor e comprimento do cabelo não faz a personalidade e caráter de uma pessoa... 

Eu não sou mulher televisão brasileira... Sou homem... 

Me respeitem... 

Identidade de gênero


https://pt.wikipedia.org/wiki/Identidade_de_g%C3%AAnero
Na sociedade, identidade de gênero se refere ao gênero em que a pessoa se identifica (i.e, se ela se identifica como sendo um homem, uma mulher ou se ela vê a si como fora do convencional), mas pode também ser usado para referir-se ao gênero que certa pessoa atribui ao indivíduo tendo como base o que tal pessoa reconhece como indicações de papel social de gênero (roupas, corte de cabelo, etc.). A ideologia contrapõe-se a natureza identitária do ser humano (homem e mulher).
Do primeiro uso, acredita-se que a identidade de gênero se constitui como fixa e como tal não sofrendo variações, independente do papel social de gênero que a pessoa se apresente.
Do segundo, acredita-se que a identidade de gênero possa ser afetada por uma variedade de estruturas sociais, incluindo etnicidade, trabalho, religião ou irreligião, e família.
Jaqueline Gomes de Jesus define a identidade de gênero como: "Gênero com o qual uma pessoa se identifica, que pode ou não concordar com o gênero que lhe foi atribuído quando de seu nascimento. Diferente da sexualidade da pessoa. Identidade de gênero eorientação sexual são dimensões diferentes e que não se confundem. Pessoas transexuais podem ser heterossexuais, lésbicas, gays ou bissexuais, tanto quanto as pessoas cisgênero".  Miriam Pillar Grossi destaca que, diferentemente dos papéis sociais de gênero, que não são biologicamente determinados, mas sim construtos culturais e históricos, a identidade de gênero "remete à constituição do sentimento individual de identidade".  No entanto, Henrietta L. Moore pontua que a identidade de gênero é construída e vivida na "relação entre estrutura e práxis, entre o indivíduo e o social"



Ensaio fotográfico  inspirado no filme: O menino dos cabelos verdes.... 


Sinopse

Peter Frye (Dean Stockwell), um típico garoto norte-americano, perde os pais quando eles são pegos por uma blitz, em Londres. Ninguém diz a ele que seus pais morreram e que agora ele é um órfão. E assim, sem ele próprio saber o porquê, vai sendo despachado da casa de um parente para o outro - todos igualmente egoístas e nenhum interessado em ajudá-lo. Peter acaba indo parar na casa de Gramp (Peter O'Brien), o mais gentil dos seus anfitriões. Peter e Gramp parecem se dar bem, mas na manhã seguinte em que é avisado que seus pais morreram, o cabelo de Peter, subitamente, adquire a cor verde. As reações absurdas das pessoas que o cercam fazem com que O Menino dos Cabelos Verdes se torne uma parábola. Alguns críticos consideram esse trabalho como sendo diferente de tudo feito no cinema americano, até então. Vítima de perseguições políticas no episódio conhecido como Caça às Bruxas, comandado pelo senador Joseph McCarthy nos anos 1950, o diretor Joseph Losey realizou grande parte da sua obra na Inglaterra e realizou clássicos como Estranho Acidente, O Criado e O Mensageiro, entre outros 40 filmes.



O livro o Le Petit Prince (no Brasil, O Pequeno Príncipe; em Portugal, O Principezinho) é uma obra do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, publicada em 1943 nos Estados Unidos. Numa primeira leitura, aparenta ser um livro para crianças, mas possui um grande teor poético e filosófico... O livro e filme é  minha maior referencia e inspiração artística.... 

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Pelos poderes do FOTOSHOP... Sou Super Boy....






A transformação  em Super Boy com ajuda da tecnologia do fotoshop da Deusa Mega Atena...

Maquiagem
Luz
Figurino
Efeitos fotográficos da câmera
Edição...


A influência dos meios de comunicação esta presente na vida das crianças. Um mundo de sons, das cores e do movimento marca presença junto às crianças. O rádio, disco, cartazes, cinema, vídeo, computadores, videogame, histórias em quadrinho e a televisão exerce vivas influências estéticas e artísticas na criança. É óbvio, também, que a criança com ela interage de diferentes maneiras.
As recepções infantis ás imagens, cenas e sons da televisão estão presente em suas brincadeiras, desenhos músicas, faz de conta, no modo de vestir, de usar objetos, de falar, enfim, de se relacionar com as pessoas.
Os programas de televisão são muito apreciados por meninos e meninas, em especial as propagandas, jingles e desenhos animados.
Não devemos surpreender, portanto, que apareça nos desenhos e jogos infantis os super heróis.
De um modo geral, as crianças apropriam-se das imagens das historias em quadrinho e dos desenhos animados em seus desenhos.
A observação de que o super-heróis estão presente nas culturas da humanidade e evidente. Em todas culturas existe a figura do herói histórico ou mitologico. 
O modelo do herói continua vivo no mundo contemporâneo e é fabricado e promovido pelos desenhos animados e histórias em quadrinhos. E a história em quadrinhos é a maior fontes e fabricadas dos super-heróis na literatura contemporânia.

" A revista em quadrinhos é a sua primeira leitura realmente  espontânea e motivada. Lê porque que saber o que acontece, não porque a tenham obrigação. Lê por si, não para os outros (o professor), ou para fazer bonito ( recompensa), " (RODARI, 1982. pp. 119-121).

Os super heróis é um exemplo da influência das mídias no desenho infantil, baseado na influência que o mundo moderno tem sobre a criança e nas concepções que os adultos têm sobre a infância e seus grafismos, Florence de Meredieu, docente na área de Artes Plásticas de Paris, comenta:


"Querem então estudar as produções infantis fora da gama das influências e pressões adultas só pode levar a uma leitura falseada. Deve-se desconfiar das interpretações unilaterais. Irredutíveis às produções adultas, devendo ser apreendidas no que têm de essencial, as obras infantis não deixam de estar ligadas às primeiras por um elo tão profundo que comanda toda a gênese (...). É preciso, pois, acabar com um certo mito da espontaneidade infantil: dotar a criança de reações inocentes e gratuitas leva a ignorar o papel da imitação na sua formação e desenvolvimento. (\MEREDIAE, 1974, pp. 108 - 110).

Para alguns psicólogos, a criança vê o super-herói como modelo de comportamento, na adolescência o herói tem um papel de auto-afirmação. Crescer é complicado e difícil e o ser humano é, de toda escala animal, o bicho que mais demora perto dos pais; até chegar á maturidade, a formação da "personalidade" é algo repleto de inseguranças, defesas e incertezas, razão pela qual o ego individual precisa de símbolos fortes, com os quais se identifique.

Segundo os estudiosos dos mitos e de sua relação com o psiquismo humano, a figura do herói representa de maneira simbólica as necessidades de afirmação do ego individual. 

A presença em exaltação do mito do herói em todas as culturas e civilizações há milênios seria, portanto, a representação simbólica da necessidade do ego de se tornar forte, maduro, independente. De evoluir e crescer. E a forma de crescer, evoluir, torna-se maduro, forte e independente é a enfrentar os desafios da vida, preparar-se para seus embates, dificuldades, trombadas, peripécias, ameaças etc...

É o que o autor, o garoto, o homem e o velho artista sempre desejou "Ser um super herói"...  Mas sou Humano e não tenho super poderes,,, A realidade é muito mais dura que a fantasia... A fantasia virou para mim uma especie de droga... Um viciado em fantasia... Confundido realidade e fantasia me perdi... Estou sofrendo por saber que tudo era ilusão... Isso esta queimando dentro de mim... Machuca muito... Construímos uma imagem nossa idealizada para mundo e vemos como somos pequenos e francos... Isso é muito difícil de aceitar.... 

A frase do dia: " A realidade é verdadeira e pode ser cruel... Enquanto... A fantasia é uma bela maquiagem que cobre as marcas da vida real (a verdadeira vida)" Rodrigo Ladir Mário...


Nunca estive em Londres e nunca estive na Disney era tudo efeito especial do FOTOSHOP... (Colagem)...  Isso tudo que eu fiz foi para chamar a atenção da perseguição que eu estava sofrendo a anos... Eu não tenho passaporte... Eu queria salvar minha vida....

Virou uma foto novela minha vida (fantasia e realidade),,,,

Eu de cara limpa; sou alérgico a vários produtos...
Eu de cara limpa; Fotos com Flash...




Foto abaixo:
Eu de cara limpa; Fotos sem Flash...

Atualmente mudei meu visual: estas fotos foram tiradas de uma câmera olympus 6.0... ... fotos tirada sem flash... 26. 06. 2015...

Tirem o flash que vocês vão surpreender com o resultado.... 








Algumas referencias bibliográficas que pesquisei e alimentei para construir minha poética:

ADORNO, Theodor et al. Teoria da cultura de massa. Introdução, comentários e seleção de Luiz Costa Lima. 3 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.


quinta-feira, 25 de junho de 2015

Aprendiz de estilista... O artista modelo de sua arte.... Fantasias de um Manequim

Aprendiz de estilista...







Sempre gostei de revistas e filmes de super heróis em quadrinho .. Sua influência é  grande em minha produção artística e poética.... Para mim a figura de um herói é um modelo de vida... Ele busca lutar para vencer o mal que existe nos outros e nele mesmo... 

Para Jung " O herói é uma " imagem arquitípica" ou seja, um patrimônio  comum humanidade, uma constante do psiquismo humano, simbolo representativo do inconsciente coletivo e por isso presente em todas as épocas"

Em meus desenhos sempre busco criar roupas inspiradas em heróis do cinema e revistinhas em quadrinhos... Criar uma roupa para um ser especial mexe com minha imaginação... Criar uma roupa feita especialmente para uma única pessoa... Isso para mim é criar uma obra de arte... Diferente de criar roupas usadas no dia a dia... Para mim qualquer objeto pode se transformar em arte... Objetos são poéticos... Basta exercitar a percepção e esquecer a função desse objeto... Exercitado a criatividade e a expressão podemos transformar a função do objeto... "Eu desejo que esse objeto se transforme em arte" isso que é magico...

O herói é um mito comum a todas as civilizações porque representa, simbolicamente, o processo de crescimento individual, esforço para o desenvolvimento, para o crescimento e a independência. Para o autor Artur da Távola "O herói é a própria expressão da aventura da vida: emerge da estrutura mais profunda do determinismo do desenvolvimento individual inerente ao ato de crescer. Pertence à espécie, como padrão básico representativo de etapa do crescimento".... 
" Em geral nas histórias em quadrinhos o homem comum que se transforma num super-herói poderoso, bonito, forte, justiceiro e onipotente" segundo Távola...
A transformação do acanhado, desastrado e tímido repórter no Super- Homem é um símbolo dos super poderes, não dele, mas da FANTASIA. 

" A fantasia do ser humano pode fazê-lo voar, forte, poderoso, bom, justiceiro, protetor dos fracos e oprimidos, in vulnerável." ( Távola, 19985, p: 341)

Então senhoras e senhores não sou um super herói que tem poderes... Sou um artista que faz muitas artes e um pesquisador... É isso que sou... Quando quero fazer um personagem eu pesquiso e investigo... A arte necessita de estudo e investigação... Que acaba sendo entendida e compreendida pelo seu olhar... Sofri muito com o julgamento das percepções mais variadas... Mais esse é uma das funções da obra de arte... O questionamento de ideias concretas... No mundo dos pensamentos nada pode ser concreto... Ideias novas tem que ter espaço para aparecerem a humanidade deve evoluir para enfrentar as novas e velhas problemáticas....
Sou uma pessoa comum que tenho muito medo, sofro com a falta de amigos de verdade, tenho vários traumas da vida que vivi... Não tenho super poderes... Pesquiso e estudo astrologia, mitologia grega e outros conhecimentos... E como todo artista expressão seu estado de espirito em suas obras.... Minha arte é o espelho do que estou sentindo... Quando ela esta brilhando é porque estou brilhando por dentro... Sou um artista... E gostaria de ser respeitado...

Faz muito tempo que deixei de postar no blog... Espero ter ainda muitas coisas para postar aqui... Eu não estou ainda bem... Tudo que eu fiz foi para salvar minha vida... Usei a arte como arma de defesa... Meu escudo... É horrível ser julgado e não ter a chance de ser defender... Perdão para aqueles que errei... Imaginem 15 anos passado efeitos pelos crimes contra a honra... A guerra psicológica é um dos crimes mais cruéis da humanidade...  É um milagre de Deus estar vivo... Estou em tratamento ainda... Que Deus proteja a todos... Boa Noite...


TÁVOLA, Artur da. A liberdade de Ver: televisão em leitura crítica. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.

TÁVOLA. Artur da. Comunicação é mito... Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1985...

domingo, 6 de janeiro de 2013

POÉTICO MITOLÓGICO (O Ultra Retórico Coligarca)

 

Nosso quarto gladiador candidato é representante da Rainha Grega... Ele é magico é usa uma bela mascara política que mistura os jogos de palavras e o encanto da coligação magica que transforma sua ideologia em magica encantada... Através do espetáculo politiqueiro da ideologia eleitoral. Ele é um feiticeiro das palavras elaboradas para fazer o grande truque eleitoral pop cultural... Vem vestido com a astúcia verbal... É um forte estrategista, ou melhor, mágico populista... Que transforma campanhas em encantos populares, ele busca a ilusão perfeita do poder politico. Na hora do combate eleitoral... Seu lema é “Abracadabra poderosos alto-falantes da mídia”... No grande combate da Arena Mídia Star... Apresento o Ultra Mágico Retórico Coligarca...
Ele canta: Abracadabra política pop star
 
 
 Sobre a magia das palavras persuasivas
Nasce o antigo discurso politico sedutor sofista
Encantado pela sua astúcia verbal
O melhor truque é jogar com o desejo consumista popular
 
 
 No grande teatro social
Repita, repita fabuloso Retórico Coligarca
Abracadabra poderosos alto-falantes da mídia
O show deve continuar em espetacular dialética popular.
 
 
 hey, diz ai galera, quero ver a cartola funcionar.
Para a grande mágica acontecer
O mais eficiente feitiço politico vai vencer
Que saia o mais esperto coelho competitivo
E não a famosa velha tartaruga da retórica politica.
 
 
 No grande teatro social
Repita, repita fabuloso Retórico Coligarca
Abracadabra poderosos alto-falantes da mídia
O show deve continuar em espetacular dialética popular.
 
 
 Shalalá puro pharmacon ilusão que predomina
Na famosa peça do teatro social
O casamento da cega miss justiça com o aclamado mister progresso
É um grande baile de máscara social
Onde cada um tem o seu papel pré-determinado
Só depende do superpoder do cartão de credito apropriado...
 
 
 No grande teatro social
Repita, repita fabuloso Retórico Coligarca
Abracadabra poderosos alto-falantes da mídia
O show deve continuar em espetacular dialética popular.
 
 
 Quando a cortina do palco levantar
Use sua melhor máscara sócio-cultural
Como dizia um famoso carnavalesco
“O povo gosta de luxo”
Então use a melhor máscara que tiver
No grande show capitalista
 
 
 No grande teatro social
Repita, repita fabuloso Retórico Coligarca
Abracadabra poderosos alto-falantes da mídia
O show deve continuar em espetacular dialética popular.

 Para criar o poema Retórico Coligarca busquei como referência o antigo teatro grego e suas características. Os atores do teatro grego eram todos homens, e interpretavam vários papéis durante o mesmo espectáculo. Na tragédia existiam três atores e na comédia quatro. Os atores utilizavam máscaras e fatos que poderiam ser pesados. Na tragédia os atores utilizavam uma túnica até aos pés, chamado quíton, e o coturno; na comédia usavam-se roupas próximas às utilizadas pelos cidadãos e calçavam-se sandálias. Com o passar do tempo, as procissões dionisíacas foram ficando mais elaboradas, e surgiram os "diretores de coro", os organizadores das procissões, já que elas podiam reunir nas cidades até vinte mil pessoas. O primeiro diretor de coro e dramaturgo foi Téspis, convidado pelo tirano Pisístrato para dirigir a procissão de Atenas e vencedor do primeiro concurso dramático registrado. Téspis parece ter sido um elo importante na evolução final do ditirambo cantado em direção ao texto recitado e dialogado, criando a figura do "respondedor ao coro" (hypócrites) e a do personagem individualizado, o ator, em contraste ao coro, anônimo e coletivo. Com estas inovações, é considerado o pai da tragédia, mas possivelmente não tenha sido de fato o primeiro a usar diálogos. Sólon parece ter escrito poemas com esta característica, e os rapsodos que recitavam Homero também faziam uso da prosa dialogada. Também parece ter introduzido um segundo personagem, além do protagonista, representando dois papéis na mesma peça através do uso de uma máscara com uma face na frente e outra na nuca. As máscaras tinham uma outra função, eminentemente prática, por possibilitarem às pessoas acompanhar a ação cénica pelas expressões que mostravam, quando a voz do ator não conseguia alcançar toda a plateia.

 As Máscaras Sociais

 Selecionei um texto: O jogo das mascaras sociais.

 Texto por Guilherme Guerato - Brasília

Ao admitir que cumpre-nos apenas viver conforme a sociedade já bem o definiu, cada qual desempenhando seus papéis sociais como o de marido, esposa, pai, mãe, trabalhador etc, permanecemos presos, impedindo o maior desenvolvimento. Não percebemos que cada papel carrega em si o próprio limite de atuação. Este limite é o referencial a que recorremos para definir as regras de cada atuação social necessária ao melhor convívio. Se por um lado ganhamos, ao identificar, aprender e ensinar à descendência como se deve viver para que não se sujeite à sorte, em contrapartida perdemos o espaço à criação de performances alternativas e desta forma reduzimos as chances de desenvolver a autonomia crítica, visto pouco questionarmos se os papéis que desempenhamos socialmente são a única maneira de viver e interagir.

Cada papel diz respeito a uma máscara usada para encenar o teatro da vida. Temos que ser de um jeito para com nosso chefe, seguidores, colegas de trabalho, filhos, vizinhos, padeiro, pastor etc. É claro que temos personalidade. Todavia, ela nos leva a vestir tais máscaras para que haja adaptação cotidiana. Não obstante, cada máscara possui uma limitação de se agir, moldando-nos a uma forma de ser. Ocorrem conflitos por causa do desacordo entre tipo de temperamento introvertido ou extrovertido, experiências acumuladas, conceitos formados, e padrões de comportamento sugeridos pela sociedade. Nas relações conjugais, por exemplo, o psicólogo Carl Rogers (1902-1987) concluiu que Numerosos problemas desenvolvem-se na medida em que tentamos satisfazer as expectativas do outro…, e que não devemos nos afeiçoar pelos desejos, regras e papéis que os outros insistem em impor-nos.

Sabemos que limites são importantes para o adequado convívio. Não se defende aqui a abolição de leis e regras, já bem explicadas por pensadores de outros séculos, como Thomas Hobbes (1588-1679), por sua afirmação de que O homem é o lobo do homem, e Voltaire (1694-1778), ao comparar: Para que uma sociedade consiga sobreviver, fazem-se necessárias as leis, assim como as regras para os jogos. A ordem política tem o seu papel na regulação do convívio entre os homens. No entanto, nos revestimos destes papéis ao usar as máscaras sociais e agimos apenas em conformidade a eles. Tal fato oculta poder, vez que imputamos limitação a nós mesmos seguindo rigorosamente as diretrizes que cada papel determina. Não nos inquietamos a ponto de refletir sobre se devemos pensar e agir diferentemente do que estamos acostumados. Não ousamos participar mais dos acontecimentos. Um exemplo é a idéia de que política deve ser realizada apenas por político ou quem detém o papel deste setor para lidar com os assuntos pertinentes. Nos enganamos. Podemos e devemos ser mais presentes em assuntos dessa natureza. Já se provou que a opinião popular é importante e tem peso, não só nas eleições, mas na luta pelos direitos democráticos, em processo de impeachment presidencial, referendo, etc. Basta usar a máscara para este tipo de necessidade e exercitar o seu papel.

Não nos damos conta de que respeitamos em exagero os limites dos papéis sociais e por tal razão criamos uma mentalidade enrijecida. Agimos desta forma despercebidamente desde bem pequenos. Cremos que outros papéis como o de pessoas de talento, bem sucedidas, com carreira em dada profissão etc, servem apenas para quem já os exerce. Entretanto, muitos são os papéis a serem utilizados até se chegar onde o sonho alcança. Outra questão crucial é o medo e a obediência incondicional a que nos sujeitamos mediante personagens que usam máscaras de posição social ou hierarquia acima da nossa. Simplesmente obedecemos ou nos queixamos às escondidas sem propor idéias e pontos de vista contrários, que podem, conforme a ocasião e a necessidade, serem surpreendemente melhores.

Por detrás de toda máscara há um ser humano tentando sobreviver em seu meio, buscando a adaptação à sociedade ou grupo ao qual pertence. Portanto, os papéis são importantes. Segue-se, porém, que é relevante a capacidade potencial que todos possuem para desenvolver a criatividade, autonomia e ações pessoal e comunitária. Mas para dinamizá-la, urge reconhecer as múltiplas possibilidades a se desempenhar por meio de novos e essenciais papéis, além dos que já temos.

Há o poder que prende e o que liberta. Podemos crescer em outro papel, libertando-se da idéia prisioneira de limitação. A vida é repleta de oportunidades, mas se não acreditarmos em nossa própria capacidade, nada acontecerá. Escolha uma nova máscara ou melhore o desempenho das que já usa. Aproprie-se do poder que há em cada papel. Máscaras sociais que antes pareciam impossíveis de lhe pertencer estão mais próximas do que você supõe. Com que máscara deseja triunfar?


UM PENSAMENTO DO AUTOR:

 “Ainda acredito no poder da liberdade de expressão... Mesmo percebendo que as pequenas perseguições são expressões fabricadas de mentes pequenas”... O que posso dizer é: "Viva o poder da arte” (Rodrigo Ladir)