Os escultores hindus consideravam os braços de uma divindade extensão de sua energia íntima, e os objetos em sua mãos são símbolos dos seus vários poderes na ordem cósmica. A mulher de Xiva é uma mistura de divindades antigas e contraditórias. É bondosa e cruel, temível e bela, como uma deusa-mãe, participa da criação mas se alimenta de sangue. Nos seus aspectos bondosos é conhecida como Parvati (ou filha da montanha) ou uma (luz), nos seus aspectos temíveis é Cali (a Negra) ou Durga (a Inacessivel), ela tem ainda uma dezena de outros nomes.
Quando emergiu como mulher de Xiva, por volta do século IV da era cristá, reuniu outras deusas no panteão com ela, embora poucas tivessem adquirido sua categoria.
Vixenu tomou por mulher a Lacximi, a deusa da sorte uma divindade que como Afrodite grega, nasceu do mar já inteiramente desabrochada. juntamente com o marido, teve frequentes reencarnações. Xiva é cruel e terno, irascível e misericordioso, imprevisível e sempre o mesmo.
Quem é a deusa Kali?
Cáli (deusa hindu) – Wikipédia, a enciclopédia livre
Deusa da morte do ego, é a "esposa" do deus Shiva em algumas vertentes do hinduísmo. Já segundo os Vedas, Shiva é transformado em Kali, que seria um de seus lados, para trazer o fim da maldade. Segundo o tantrismo, é a divina "mãe" ou pai do universo, destruidor(a) de toda a maldade.
Quem foi Kali na mitologia?
Kali é a transformação femini- na de Mahakala. Em sua forma de Mahakali, ela pre- side à Grande Dissolução que é simbolizada por Shiva sob a forma de Shava. Na arte, Kali invariavelmente o conserva como uma relíquia. Inicialmente, como Ma- hakali, seu papel estava limitado à destruição do de- mônio.
O quê Kali faz?
Kali - Origem e história da deusa da destruição e do renascimento
Kali é a deusa da destruição e do renascimento, porque tudo um dia precisa acabar para poder ter um recomeço. Ela é o fim e o começo. Para o hinduísmo, Kali é a deusa da destruição e do renascimento, conhecida também como Mãe das Trevas ou Mãe Devoradora.
Para que serve o mantra Kali?
Mantra (gravado ao vivo) para eliminar todo tipo de energia que não nos serve mais, abrindo nosso caminho para a cura e a transformação. Kali Ma, deusa ancestral hindu, a Grande Mãe, de quem tudo se origina e para quem todos devem retornar.
Qual é o significado do nome Kali?
Significado do nome Kali - Dicionário de Nomes Próprios
Kali: Significa “negro”, “deusa negra”. Kali tem origem no sânscrito, que é uma língua antiga falada pelos indianos. Assim, é um nome popular na Índia e significa “negro”.
O que pedir a deusa Kali?
Kali aparece para nos pedir que subamos de nível, que evoluamos. Só que o nosso ego nunca quer se desapegar. Ele quer estar sempre no controle. Kali vem para nos lembrar que tudo é cíclico, que o velho precisa ser tirado de cena para dar lugar ao novo.
Como adorar a deusa Kali?
Aprenda a Adoração da Deusa Kali em Sânscrito
Para adorar a Mãe Kali, realizamos a Sua Puja, cantamos os Seus nomes, recitamos os Seus Mantras e nos lembramos Dela tanto nos momentos de abundância quanto nos de dificuldade.
Como são os filhos de Kali?
FILHOS DE KALI
Aparência: Variam muito suas aparências, geralmente possuem uma aparência semelhante a de indianos. Personalidade: Sádicos e problemáticos, os filhos de Kali sentem prazer em ver os outros sofrerem.
Por que Kali mostra a língua?
Quem é a Deusa Kali? – Bazar Indiano
Origem da Deusa Kali
Como a lenda diz, na batalha, Kali estava tão envolvida na matança que ela se deixou levar e começou a destruir tudo à vista. Para detê-la, o senhor Shiva se jogou sob seus pés. Chocada com esta visão, Kali mostrou a língua em espanto e pôs fim a sua agitação homicida.
Quantos braços Kali tem?
Com seus quatro braços, ela evoca a Criação, a Preservação, a Destruição e a Salvação. Representada geralmente com uma expressão feroz e temerosa para muitos, Kali é conhecida também como a Mãe das Trevas.
O que é mantra sagrado?
O Mantra se define como um instrumento de pensamento, uma forma de meditação que usa um som, palavra ou frase. Os mantras mais antigos podem ser encontrados nos Vedas, que são antigos escritos religiosos da Índia.
Esta é uma espetacular aventura passada nas misteriosas terras antigas, habitadas por incríveis criaturas! Simbad (John Phillip Law) - Prícipe de Bagdá e legendário marinheiro - acha um intrigante mapa e sai em busca da desconhecida ilha de Lemuria, levando a bela escrava Margiana (Caroline Munro) e o Grão Vizir de Marabia. O Príncipe Koura (Tom Baker), um maligno feiticeiro que tenta obter o controle de Marabia com a manipulação de espíritos do mal, segue-os para impedir o sucesso de Simbad. Mas o marinheiro encontra Lemuria a despeito dos terríveis feitiços lançados por Koura em seu caminho. Em Lemuria, Simbad e sua corajosa tripulação lutam contra uma estátua de seis espadas, um centauro de um só olho e um Grifo, fabuloso animal com cabeça de águia e garras de leão. Finalmente, Simbad confronta-se a Koura, num duelo de vida ou morte. (Título Original - The Golden Voyage Of Sinbad) © 1973, renewed 2001 Columbia Pictures Industries, Inc. All Rights Reserved.
Esta é uma espetacular aventura passada nas misteriosas terras antigas, habitadas por incríveis criaturas! Simbad (John Phillip Law) - Prícipe de Bagdá e legendário
sábado, 30 de agosto de 2008
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Elefantes os portadores de Chuva e Boa sorte e Os vôos do elefantinho
Na mitologia hindu, existem duas histórias fantásticas que contam como Ganesha ganhou sua cabeça de elefante. Uma das histórias é a de que Parvati, deusa do amor, foi amaldiçoada para que não pudesse mais ter filhos. Sentindo-se solitária, ela criou Ganesha a partir da sujeira de seu próprio corpo.
Quem é Ganesha, o deus elefante indiano da sabedoria e prosperidade
Ganesha é um dos deuses mais celebrados no hinduísmo. Ele é filho dos deuses Shiva e Parvati e representa o intelecto, a sabedoria, a fortuna e a prosperidade nesta religião.
Na tradição hindu, Ganesha é também conhecido como Vighneshvara no sânscrito, que significa “deus dos obstáculos ou dificuldades”. Este significado está relacionado ao fato de que sua função primária na religião hindu é remover os obstáculos daqueles que o cultuam.
A história de como Ganesha ganhou sua cabeça de elefante
Ganesha é representado como um deus antropozoomorfo, ou seja, ele é metade animal e metade humano. Sua cabeça é a de um elefante e o restante de seu corpo é a de um humano com quatro braços.
Na mitologia hindu, existem duas histórias fantásticas que contam como Ganesha ganhou sua cabeça de elefante.
Uma das histórias é a de que Parvati, deusa do amor, foi amaldiçoada para que não pudesse mais ter filhos. Sentindo-se solitária, ela criou Ganesha a partir da sujeira de seu próprio corpo. Após a criação, Parvati foi tomar um banho e pediu ao seu filho que tomasse conta da casa para que ninguém entrasse.
Quando Shiva, deus supremo do hinduísmo e marido de Parvati, apareceu para visitar sua esposa, Ganesha, cumprindo as ordens da mãe, não o deixou passar. Shiva ficou enfurecido com a atitude do menino e cortou-lhe a cabeça. Quando Parvati retornou, ela ficou enfurecida e explicou que aquele era o filho que tinha criado.
Desesperado, Shiva pediu aos seus soldados que fossem atrás de uma cabeça para substituir a do menino. A primeira cabeça encontrada foi a de um elefante e, dessa forma, Shiva conseguiu trazer Ganesha de volta à vida. Após o episódio, Shiva fez de Ganesha o líder dos bhutaganas, um exército de soldados que lutava com ele.
A outra história conta que Parvati pediu ao deus Shani (que é a representação do planeta Saturno) que cuidasse de seu filho. Ao olhar para Ganesha, Shani queimou o rosto do menino com seus olhos maléficos e, dessa forma, Ganesha literalmente perdeu sua cabeça.
Brahma (deus da criação) aconselhou Parvati a substituir a cabeça de seu filho pela primeira cabeça de qualquer criatura que encontrasse. Parvati encontrou a cabeça de um elefante e trouxe Ganesha de volta à vida com a cabeça do animal.
Cabeça de elefante:
Em florestas e matas fechadas, elefantes geralmente abrem caminhos para que outros animais possam passar e seguir adiante. Neste sentido, Ganesha é primeiramente cultuado para que ele ajude a eliminar os obstáculos das pessoas que o cultuam.
Sua grande cabeça de elefante simboliza a sabedoria, a compreensão e o intelecto, aspectos fundamentais para quem almeja uma vida de perfeição, de acordo com os ensinamentos do hinduísmo. Suas enormes orelhas nos lembram que devemos ouvir mais as outras pessoas.
A tromba de Ganesha revela que os indivíduos devem possuir as qualidade de adaptação e eficiência em suas vidas. Suas presas denotam os dois aspectos da personalidade humana: a sabedoria (a presa direita) e a emoção (a presa esquerda). A presa esquerda de Ganesha está quebrada, e ela representa os sacrifícios que fazemos em prol da felicidade e também que devemos conquistar a emoção com sabedoria para atingirmos a perfeição.
Barriga:
Na grande barriga de Ganesha está todo o cosmo. Ele ensina que as pessoas devem ter todos os tipos de experiências em suas vidas, boas ou más, mas que devem encará-las com paciência e calma.
Rato:
Existem algumas interpretações para a simbologia do rato aos pés de Ganesha. Para alguns, ele representa o ego e como devemos ter consciência para controlá-lo. Um ditado diz que “quem controla o ego, possui a consciência de Ganesha”. Outra interpretação revela que o rato seria o veículo de Ganesha, simbolizando seu conhecimento e a sua astúcia.
Braços e mãos:
Ganesha possui quatro braços e cada um deles representa os atributos do corpo. Eles são: o intelecto, o ego, a consciência e a mente. Em cada uma de suas mãos encontramos objetos e outros simbolismos, como:
Machado: com esta ferramenta, Ganesha pode repelir qualquer obstáculo.
Flor de lótus: esta flor é o símbolo do maior objetivo da evolução humana, ou seja, o autoconhecimento e a realização do seu “eu interior”.
Corda: a corda geralmente aparece na mesma mão em que Ganesha segura a flor de lótus. Ela é um símbolo da força que amarra o devoto à eterna bênção. Este objeto também simboliza que os apegos e desejos mundanos devem ser eliminados.
Modaka: uma tigela com um doce feito de leite e arroz tostado chamado modaka também aparece nas imagens associadas ao deus Ganesha. Além de ser o quitute preferido do deus elefante, ele representa a satisfação, após a jornada de disciplina e autoconhecimento.
Mão voltada ao devoto: uma das mãos de Ganesha está sempre voltada para quem o cultua, simbolizando a bênção, a proteção e o refúgio que podemos encontrar nele.
A colorida e animada celebração de Ganesha no hinduísmo
Fotografia de festival em celebração ao deus Ganesha na Índia.
Fotografia de festival em celebração ao deus Ganesha na Índia.
Não existem muitos templos dedicados exclusivamente à Ganesha na Índia. Contudo, em grande parte dos templos hindus é possível encontrar as estátuas do deus elefante.
Devido ao fato de ser o deus dos obstáculos, Ganesha é, geralmente, reverenciado ao início de cada novo desafio pelos seus devotos. Seja quando as pessoas se mudam para uma nova casa ou antes de começar um novo empreendimento; pois este deus representa, especialmente, boa sorte em novas jornadas.
O festival conhecido como Ganesha Chaturthi ou Aniversário de Ganesha é o maior festival de celebração ao deus elefante. Ele dura entre 10 e 14 dias, com cultos dentro dos lares hindus e também em grandes festivais públicos, sendo o maior deles na cidade de Mumbai na Índia.
No calendário hindu, o festival ocorre no quarto dia da primeira quinzena do mês de Bhaadrapada, o que corresponde ao período entre agosto e setembro no calendário gregoriano. Durante este período, enormes estátuas de argila ou gesso de Ganesha são confeccionadas e adornadas com flores e outros adereços coloridos.
Além disso, oferendas são destinadas ao deus e milhares de pessoas saem às ruas para dançar em celebração a ele. Ao final do festival, as estátuas são imersas nas águas. Este ritual é um símbolo de que Ganesha estará voltando para sua casa no Monte Kailash.
O mantra de Ganesha
Os mantras indianos são extremamente populares em todo o mundo, mesmo para os que não praticam o hinduísmo. Eles são sílabas ou poemas escritos em sânscrito utilizados como uma oração para materializar divindades.
Para quem tem fé em Ganesha, o mantra dedicado ao deus elefante é utilizado para remover obstáculos da vida. O mais conhecido deles é:
Om Gam Ganapataye Namaha – Sharanam Ganesha
A tradução para este mantra pode ser:
Om: é a invocação espiritual que conecta o devoto à divindade.
Gam: verbo sânscrito para mover, afastar, aproximar ou unir.
Ganapataye: um dos nomes em referência ao deus Ganesha.
Namaha: manifestação de adoração.
Sharanam: refúgio e proteção.
*Este conteúdo se baseou em informações de: Amritapuri.org; Ancient.eu; Times of India e Columbia University.





Elefantes os portadores de Chuva e Boa sorte
Segundo a mitologia hindu, os primeiros elefantes que houve no mundo tinham asas e brincavam com as nuvens. Mas um dia, um grupo de elefantes posou nos galhos de uma árvore debaixo da qual um santo asceta estava ensinando os seus discípulos. Como era de esperar, os galhos se quebraram e cairam sobre os discípulos, matando vários deles. O santo homem ficou tão zangado que pediu aos deuses que privassem os elefantes de suas asas. Mas os elefantes continuaram a ser amigos das nuvens e a ter o poder de pedir ás suas antigas companheiras celestes que trouxessem chuva.
A figura dos elefantes é ligado á chuva e ás boas colheitas.
Marcadores: curiosidade Quando Dumbo estava na idade de participar do espetáculo, o diretor do circo pensou em um número para ele: Uma pirâmide com os elefantes e, lá no alto, Dumbo, o mais jovem e mais ligeiro. A luz dos refletores, os elefantes começaram seu número...Emocionado, Dumbo subia cuidadosamente, mas...ele pisou em sua orelha e caiu! Com isso, uma elefanta perdeu o equilíbrio. BUM...! Toda a pirâmide veio abaixo! Que confusão! Por causa deste acidente, Dumbo foi retirado do número dos elefantes e colocado nos dos palhaços. Desde este dia, o sofrimento do elefantinho aumentou. Walt Disney ao contar histórias usando animais, remota aos tempos mais antigos. Nas fábulas, os animais perdem a sua caracteristica de puro instinto e são antropomorfizado e transformados em caricaturas do homem. O animal na história, na verdade, não é um animal vestido de homem mas um homem disfarçado na pele de um animal.
Elefantes os portadores de Chuva e Boa sorte
Segundo a mitologia hindu, os primeiros elefantes que houve no mundo tinham asas e brincavam com as nuvens. Mas um dia, um grupo de elefantes posou nos galhos de uma árvore debaixo da qual um santo asceta estava ensinando os seus discípulos. Como era de esperar, os galhos se quebraram e cairam sobre os discípulos, matando vários deles. O santo homem ficou tão zangado que pediu aos deuses que privassem os elefantes de suas asas. Mas os elefantes continuaram a ser amigos das nuvens e a ter o poder de pedir ás suas antigas companheiras celestes que trouxessem chuva.
A figura dos elefantes é ligado á chuva e ás boas colheitas.
Marcadores: curiosidade Quando Dumbo estava na idade de participar do espetáculo, o diretor do circo pensou em um número para ele: Uma pirâmide com os elefantes e, lá no alto, Dumbo, o mais jovem e mais ligeiro. A luz dos refletores, os elefantes começaram seu número...Emocionado, Dumbo subia cuidadosamente, mas...ele pisou em sua orelha e caiu! Com isso, uma elefanta perdeu o equilíbrio. BUM...! Toda a pirâmide veio abaixo! Que confusão! Por causa deste acidente, Dumbo foi retirado do número dos elefantes e colocado nos dos palhaços. Desde este dia, o sofrimento do elefantinho aumentou. Walt Disney ao contar histórias usando animais, remota aos tempos mais antigos. Nas fábulas, os animais perdem a sua caracteristica de puro instinto e são antropomorfizado e transformados em caricaturas do homem. O animal na história, na verdade, não é um animal vestido de homem mas um homem disfarçado na pele de um animal.
sábado, 23 de agosto de 2008
Nobres corcéis para o imperador

Implacavelmente perseguida pelos bárbaros que habitavam as terras para além de suas fronteiras, a China dos tempos Han estava constantemente em guerra. Os rápidos ataques da cavalaria dos Hsiung-nu do norte eram uma ameaça. Para Repelilos, os chineses necessitavam de uma cavalaria bastante numerosa, mas anos de guerra civil tinham dizimado os rebanhos de cavalos do páis. As reservas eram na verdade tão pequenas que o primeiro imperador Han não conseguiu encontrar em todo seu império quantro cavalos da mesma cor para puxar sua carruagem. Era necessário uma grande reserva de cavalos para encher as cavalarias vazias da China era Fergana que criava corcéis magníficos. O imperador Han mandou 60.000 homenss a Fergana para agarrar cavalos á força e casou uma parenta com um rei bárbaro em troca de 1.000 cavalos. Um vez conseguidos, esses cavalos foram reproduzidos em 36 postos nas regioês de Szichuwan. Embora o programa de reprodução fosse para conseguir mais de 300.000 cavalos, um bom corcel constituia título de riqueza. A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma valores profundos. Pisar nos outros para subir desperta o desejo de vingança. Belas palavras. Os corcéis do tempo. Um presente do grande titã, cronos. Uma tentativa malsucedida de ganhar um favor das irmãs do destino e mudar seu destino que o oráculo predisse.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Proteção da aridez (DRAGÃO CHINÊS)


O espirito da chuva do chinês antigo era o dragão, o símbolo sagrado do oriente e o "guardador das nuvens" de cuja boa vontade dependia uma boa colheita.
O Xamã cuja a principal função na arída China do norte era trazer chuva,acreditava-se que ele fosse física mas temporariamente ocupado pela divindade, que descia de seu lugar além das nuvens para visitar o mundo dos homens. Em transe o xamã falava com voz do espírito e dançava para trazer chuva.
Um antigo cântigo xamanista descreve uma tal mulher sagrada perfumada e vestida com magníficas roupas de ritual, saudando o Deus do oriente como uma amante saúda seu amado.
Banhada em água quente de orquídea, Oh!
O cabelo lavado com perfumes!
Vestida com cores de muitas flores, Oh!
como o melhor das florações!
ME PROTEGA deste solo árido, sem umidade, estéril, seco, insensível, indigesto e fatigante do ser humano. Vídeo: Os Dragões Orientais: As Majestosas Criaturas da Cultura Oriental - Bestiário Mitológico
sábado, 16 de agosto de 2008
Pergunta do Chapeleiro
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